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Regresso ao Futuro

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10 meses passaram desde que ouvimos falar do Coronavirus e da Covid-19. Mais de 6, desde que o nosso mundo mudou radicalmente. E Portugal fechou. Centenas de milhares de pessoas que ficaram sem empregos, distintas áreas da economia que colapsaram, muitas outras com perdas dificilmente recuperáveis. Uma autêntica segregação dos nossos concidadãos mais idosos, acompanhados de uma taxa de infeção e morte sempre a crescer. Os nossos estudantes em regressos parciais às aulas, na crença de que terão os cuidados necessários. As pessoas foram trabalhar para casa, acelerando a revolução de toda a forma de trabalho. Passamos a viver no escritório e a trabalhar em casa. Burnout , exaustão, depressões e outras, aumentaram exponencialmente. As pessoas deixaram de ir ao médico e aos hospitais porque têm medo de contrair a Covid-19. E os números de mortes por outras causas dispararam. E os números continuam a crescer, seja de novos casos, seja os que mais me incomodam, o número de internados e o de p...

Perdi-te!

Não sei onde foi. Mas sei que te perdi! Não sei se foi na depressão ou na excitação. Na loucura ou na escuridão. No riso ou na lágrima. No mar ou em terra firme. Na Lua ou no Sol. Ou mesmo num dia normal de frio ou calor. Mas sei. Perdi-te. Os anos passam, a vida segue. Aos trambolhões, cambalhotas, pinos, mortais à retaguarda. Alguns saltos premiados, alguns louvores. Mas nunca mais foi o mesmo. Simplesmente porque te perdi. E deixaste de fazer parte do meu todo. E hoje sou apenas a parte que dói. Procuro-te cada dia. Levanto tudo à tua procura. Cometo loucuras, erros e ilusões. Apenas para te encontrar. Mas nunca mais te vi. Por vezes sinto que estás mesmo aqui. Já ali. É só mesmo esticar a mão para te tocar. Mas na realidade, já não estás. Foste! Terás ido para o futuro da felicidade? Estarás junto de tantos que amo e já foram? Encontraste outro caminho? Outro parceiro para agarrar na mão? E deixaste para trás apenas este moribundo sem o teu sorriso? Luto cada dia par...

Tu que és Mulher. Obrigado

Reitero cada dia. Sou um privilegiado. Vivi e vivo rodeado de grandes Mulheres. Seres que representam uma multiplicidade de papéis, com a graciosidade de um ser completo e perfeito na sua essência. Desde a minha Mãe, às minhas Irmãs. O meu amor maior – a minha Filha. Amigas, Colegas. Namoradas. Sou mais Homem, porque conheço, convivo, e aprendi com grandes Mulheres. Um dia feliz para a Mulher!

The Imminent Revolution in HR

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We all say People are the most important capital in an Organization. Yes. We all like to agree and state that. But, truly, are most companies and HR managers really focused in managing persons? Or are we all still managing groups of persons? Honestly I can’t tell if it is going to take 1 or 5 years. But I’m pretty sure it is unavoidable. In the competitive markets, People will manage themselves. Not companies. That been said, these professionals will choose the company able to provide the conditions that they – individually – aspire. If they won’t find this Employer, they will easily employ themselves and. And the relation with companies will be contracted, on a project / task basis. For long we have been watching the free-lance market growing, and gaining more and more believers, both in the supplier and in the demand sides. Companies, if they want to have their own workforce, will have to severely change their governance and management models. These professionals w...

A revolução iminente / The imminent revolution

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Estamos na Revolução Tecnológica. Parece evidente e indesmentível. Se na Revolução Industrial foi o boom e a predominância do Operário, nesta revolução temos o boom do profissional Tecnológico. Chame-se-lhe programador, consultor, analista, o outro que se quiser. Mas as diferenças são abissais. Na Revolução Industrial a captação de recursos – operários – foi relativamente fácil. Havia muita gente disponível, as competências exigidas eram diminutas, e foi fácil transitar pessoas do sector primário para o secundário. Isto fez com que o seu valor fosse reduzido e o trabalho quase escravizante. Mas nesta Revolução Tecnológica, as coisas são bem diferentes. Na essência, porque as competências exigidas a estes “operários” já não são de simples aprendizagem, nem acessíveis a todos. Exigem formação especializada, experiência, inteligência. E não, não é qualquer pessoa que o pode exercer, adquirindo skills básicos. Ao juntar esta exigência de conhecimento e inteligência, à r...

Fim do Contrato de Trabalho?

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Num módulo de Gestão por Competências, na Pós-Graduação, defendia perante a turma, o que eu entendia ser o profissional “ideal”, com base num conjunto de competências. Em suma, entendia que rapidamente o “mundo” iria avançar para um modelo em que cada profissional iria interagir na empresa, no mercado de trabalho e de emprego, como uma unidade empresarial. De outra forma, cada pessoa seria uma empresa. Para isso teria que ter um conjunto de competências, mais capacidades, e conseguir gerir-se como tal. Saber comprar, vender, contratar, gerir, otimizar recursos e fiscalidade. Além de, claramente, ter que ser o melhor no que faz, entender a dinâmica negocial, entender o seu valor no mercado. Perceber o custo total de uma remuneração, e obrigações emergentes. Marketing. E tudo o que uma empresa precisa para viver. Fazia sentido. Mas não iria acontecer. Meio lunático e outros comentários. (Passei e com boa nota J ). Bom eu acreditava sinceramente naquilo. Mas, 11 anos depois, ...

Um Natal Especial. De novo...

Natal, tempo de celebração do amor, paz, harmonia, solidariedade, tolerância… Mas, na essência, o tempo de celebrar a vida. A vida daquele que veio para morre r por nós. Pelas nossas falhas, pecados, fraquezas. Aquele que primou, em vida, por espalhar o bem, ensinar o Amor. Mas este é o Amor mais difícil, aquele que é ao próximo. Aquele que não tem limites, não tem hesitações, não tem condições. Aquele que nos impulsiona a dar a nossa própria vida pelo próximo. Viver em crença absoluta de que só esse caminho trará as virtudes da vida – a Paz, a Harmonia, a Tolerância, a Crença, a Dedicação sem limites. Temos a mania que o sabemos praticar. Cremos que somos perfeitos nesse sentimento. Mas não é um sentimento. Isso é perene. É um modo de vida. E isso é virtualmente impossível. Poucos o conseguem. Mais que isso, quase ninguém o quer. Na verdade. Poucos temos a sorte de conviver com seres humanos que praticam e vivem assim. Mas este Natal quis, aquele que nos ensinou...