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A mostrar mensagens de junho, 2018

Sobre a Corrupção

Sempre suspeitamos que havia. Mais. Sabiamos que havia. E há. Mas, não se levantava o tapete. E era fácil. Demasiado fácil.  E como se faz(ia) isto? Melhor, como se consegue(ia) manter tudo obscuro sem ninguem "picar a onça"? Na minha opinião em três frentes. Primeiro, garantindo que todos "comem". O normal e típico. Se todos beneficiarem, directa ou indirectamente, muito ou pouco, todos tendem a calar-se. Colocando as pessoas "erradas" nos lugares "certos", muito se garante, muito se esconde, muito se facilita. Noutra frente, muito típica também, embora subretícia, é aquela a que continuamos a assistir em Portugal. É a frente das forças da ordem, segurança, prevenção e investigação. Como? Simples. Descapitalizando, desmaterializando e desinvestindo, nestas forças. Os exemplos são demasiados e vergonhosos. Desde a PSP, GNR, Bombeiros etc. Basta ver ao estado em que chegaram os meios degradados e/ou inexistentes. Com isto,...

A Greve é um contrassenso

Há um contrassenso enorme nesta coisa das greves dos funcionários públicos. Hoje em dia, com muito raras excepções, os Sindicatos já nem Sindicatos são. São apenas e só "piquetes de greve". Isto porque há muitos anos que a única coisa que sabem propor como arma de luta, é a greve. E quanto mais perturbar melhor. Quanto mais impacto tiver, melhor. Mas é exatamente aqui, que eu vejo o contrassenso. Assumamos a verdade conceptual, que o governo é um conjunto de pessoas que são escolhidas pelos cidadãos, para governar o país, os seus recursos, meios, e garantir um conjunto de princípios ao povo, respeitando e fazendo respeitar as obrigações de todos, e, preferencialmente, estimando o nosso património e dinheiro, utilizando-a da forma mais apropriada. (SIm é uma definição extremamente redutora, mas, penso, explica o conceito). Desta forma, presidente, governo, deputados, e um vasto conjunto de outras entidades, são representantes dos nossos interesses, e, por iner...