Ser NADA
Ser "nada" é ser tudo para ninguém. Ou ser nada para todos. Ou ainda, nada para nada.
Já as leis da matemática, explicam que 0 (nada) a multiplicar por qualquer coisa, será sempre 0 (nada). Na adição e subtração, o 0 (nada), não acrescenta nem diminui. Na divisão, gera as "indefinições matemáticas".
Ser nada!
O pior "ser nada", é aquele em que acreditamos que somos algo. Em que estamos convictos que multiplicamos e adicionamos, que na subtração temos impacto. E depois a realidade, demonstra que afinal eras mesmo "nada". Portanto não impactas.
Ser nada para os outros, é ruim. Dói. Mas é pior ainda quando somos nada para nós mesmos. E esse nada pode vir do que nos demonstra a conjuntura envolvente. Normalmente vem. Mas agrava-se quando interiorizamos esse nada, para nós mesmos.
Mas todos cremos que, podemos adicionar a nós próprios, subtrair aquilo que nos pode tornar nada perante os outros e nós mesmos. Potenciar-mo-nos para multiplicar aquando com outro/a(os/as). E, convictamente o fazemos. Trabalhamos, adquirimos competências, skills, posturas e voltamos ao meio envolvente para investir.
Mas se és nada mesmo, mais cedo ou mais tarde, voltarás a perceber que és nada, para os outros e para ti.
Tornas-te dispensável, desejadamente esquecido, estrategicamente ignorado.
Ah ok. A saída para isto. Potenciares e focares naquilo em que não és nada. Naquilo em que reconhecidamente és N+ (números naturais positivos). E por aí vais. É agora.
O problema é que se és nada, mais cedo ou mais tarde, ficará demonstrado (matemática e socialmente) que és mesmo nada. Voltamos ao 0.
Mas não se consegue mesmo adicionar ao 0 (nada)? Sim claro. Desde que o 0 (nada) seja aparente e não factual. Se é factual, será sempre 0 (nada).
E... consegue subtrair-se ao 0 (nada), ou é mesmo apenas e só N+?
Cada vez que regresas ao ponto, em que te voltas a aperceber e a consciencializar que és 0 (nada), afinal já nem 0 (nada) és. Já estas a contar para negativos. E isso torna cada tentativa de recuperação, cada vez mais difícil.
Matematicamente começa a tornar-se uma impossibilidade regressar aos positivos. Porque és cada vez mais 0 (nada), com passivo adquirido. Negativos.
Mentalmente? Depende. Depende da força, resiliência, capacidade de auto-motivação... entre outras. Embora, a cada regresso ao 0 (nada), todas estas capacidades vão também perdendo a sua força.
Não é fácil ser nada.
Olhem para os "nadas" que conhecem. Parem e pensem em cada um dos que dizem gostar e preocupar. Será que ele/ela se sente "nada"? Preocupo-me? Talvez um primeiro sorriso ajude. Ou então... continuo na minha linha.. e afinal nem sequer me preocupa aquele/a nada.
Ser nada é mesmo muito difícil. Viver na ilusão de ser >= 1 (maior ou iguial a 1) é que é que é fácil.
Como diria a Ellen DeGeneres: "Take Care Of One Another"
Era isto, para já.
jnfb
Já as leis da matemática, explicam que 0 (nada) a multiplicar por qualquer coisa, será sempre 0 (nada). Na adição e subtração, o 0 (nada), não acrescenta nem diminui. Na divisão, gera as "indefinições matemáticas".
Ser nada!
O pior "ser nada", é aquele em que acreditamos que somos algo. Em que estamos convictos que multiplicamos e adicionamos, que na subtração temos impacto. E depois a realidade, demonstra que afinal eras mesmo "nada". Portanto não impactas.
Ser nada para os outros, é ruim. Dói. Mas é pior ainda quando somos nada para nós mesmos. E esse nada pode vir do que nos demonstra a conjuntura envolvente. Normalmente vem. Mas agrava-se quando interiorizamos esse nada, para nós mesmos.
Mas todos cremos que, podemos adicionar a nós próprios, subtrair aquilo que nos pode tornar nada perante os outros e nós mesmos. Potenciar-mo-nos para multiplicar aquando com outro/a(os/as). E, convictamente o fazemos. Trabalhamos, adquirimos competências, skills, posturas e voltamos ao meio envolvente para investir.
Mas se és nada mesmo, mais cedo ou mais tarde, voltarás a perceber que és nada, para os outros e para ti.
Tornas-te dispensável, desejadamente esquecido, estrategicamente ignorado.
Ah ok. A saída para isto. Potenciares e focares naquilo em que não és nada. Naquilo em que reconhecidamente és N+ (números naturais positivos). E por aí vais. É agora.
O problema é que se és nada, mais cedo ou mais tarde, ficará demonstrado (matemática e socialmente) que és mesmo nada. Voltamos ao 0.
Mas não se consegue mesmo adicionar ao 0 (nada)? Sim claro. Desde que o 0 (nada) seja aparente e não factual. Se é factual, será sempre 0 (nada).
E... consegue subtrair-se ao 0 (nada), ou é mesmo apenas e só N+?
Cada vez que regresas ao ponto, em que te voltas a aperceber e a consciencializar que és 0 (nada), afinal já nem 0 (nada) és. Já estas a contar para negativos. E isso torna cada tentativa de recuperação, cada vez mais difícil.
Matematicamente começa a tornar-se uma impossibilidade regressar aos positivos. Porque és cada vez mais 0 (nada), com passivo adquirido. Negativos.
Mentalmente? Depende. Depende da força, resiliência, capacidade de auto-motivação... entre outras. Embora, a cada regresso ao 0 (nada), todas estas capacidades vão também perdendo a sua força.
Não é fácil ser nada.
Olhem para os "nadas" que conhecem. Parem e pensem em cada um dos que dizem gostar e preocupar. Será que ele/ela se sente "nada"? Preocupo-me? Talvez um primeiro sorriso ajude. Ou então... continuo na minha linha.. e afinal nem sequer me preocupa aquele/a nada.
Ser nada é mesmo muito difícil. Viver na ilusão de ser >= 1 (maior ou iguial a 1) é que é que é fácil.
Como diria a Ellen DeGeneres: "Take Care Of One Another"
Era isto, para já.
jnfb

"Depende da força, resiliência, capacidade de auto-motivação"
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
EliminarNem mais :) Penso que estamos de acordo. Não?
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